Archive for the ‘Coisas minhas’ Category

Os quase 30

24maio11

Dois dias atrás publiquei aqui o link para a versão brasileira de “I don´t want to grow up”, dos Ramones. Hoje, coloco mais um traço na lousa. Agora, são 29. A gente lamenta, resmunga, esperneia e ousa até negar, mas crescer é inevitável. Cantar “eu não quero crescer” é um ato de protesto legítimo, mas […]


A música é bobinha, despretensiosa mesmo, mas gostosa de ouvir. A versão brasileira de “I don´t want to grow up”, dos Ramones. Dica para relaxar!


Quem nunca parou um instante para imaginar como seria sua vida caso as escolhas do passado fossem outras? Seria mais realizado se tivesse estudado medicina em vez de ciências sociais? Ou, ainda, se tivesse feito as malas, abandonado tudo e viajado pelo mundo? Mais feliz se tivesse tido a coragem de se declarar para a garota […]


Medo

10ago10

Há momentos muito singulares em que sentimos medo. Não os medos cotidianos, que muitos nos perseguem. Medo de verdade. Foi o que senti quando as luzes do cinema acenderam-se, e os policiais entraram ordenando que abandonássemos a sala pela saída de emergência. Bandidos tinham assaltado duas relojoarias no shopping e trocado tiros com os seguranças. […]


Que as igrejas neopentecostais transformaram o cristianismo em uma mercadoria de prateleira não chega a ser uma novidade, mas algumas evidências ainda surpreendem. Dia desses, dirigindo pela Domingos de Moraes, dou de cara com um, vejam só, “DRIVE-THRU DE ORAÇÃO”! A coisa funciona mais ou menos assim: você encosta seu carro na barraca montada em […]


Há alguns dias passei pela experiência de ver uma pessoa morrer. Aguardava meu voo em Congonhas quando um homem de cinquenta e poucos anos sofreu um infarto fulminante a poucos metros de onde estava. De nada adiantaram os trabalhos de salvamento, as massagens cardíacas, a respiração artificial, as injeções de insulina e os choques do […]


Paraíba do Sul, Rio de Janeiro. Meia-noite. Peço mais um pão de queijo que, de tão quentinho e cremoso, está entre os melhores que já comi, para acompanhar o café com leite morno, carregado de açúcar e coberto por uma fina e suspeita camada de bolhas coloridas que certamente estava entre os piores. Sozinho naquela […]